Desculpem nossa ausência!! ):

Acontece que todas as bloggeiras, antes inúteis e com muito tempo livre (vulgo, uma vida), agora têm muita, muita coisa pra fazer, então fica difícil escrever! Mas a gente vai tentar, eu juro! Pelo menos eu vou… Mas espalhem o blog pros amiguinhos! E qualquer sugestão de postagem, basta deixar nos comentários! Ou então mandem por e-mail para animelover1911@hotmail.com (: Mas desculpem mesmo pela nossa ausência! Não fiquem tristinhos, a gente não morreu!

Kissu,
Kuma.

Estamos contando os dias pra ter uma vida de novo férias…

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Coisas para fazer antes de morrer

Essa ideia eu tive depois de conversar com uma amiga minha… Até que a faculdade faz bem para a criatividade. Nesse caso, o plágio. Decidi postar uma lista com coisas que eu acho que todo mundo deveria fazer antes de morrer depois que ela me disse que tinha postado no blog (abandonado) dela que tinha uma com coisas que ela queria fazer antes de morrer. Eu até pensei em fazer uma com coisas que eu queria para mim, mas aí pensei “E que graça isso tem para os (as) leitores (as)?”. Então decidi fazer uma mais geral.

1. Viver um grande amor. Por que o que seria da vida se não nos apaixonássemos de verdade uma vez na vida? Se não tivéssemos a oportunidade de viver o amor verdadeiro e achar a pessoa que mais nos faz bem? Aquela por quem realmente somos capazes de realizar verdadeiras loucuras?

2. Fazer uma loucura e não se arrepender. Como pular de bungee jump. Deve dar um frio na barriga desgraçado, mas deve ser bom. Menos para pessoas com problemas cardíacos e a coisa toda, claro. Não queremos ninguém morrendo por besteira, ne? Um amigo meu (com quem eu falava durante a montagem desse post) sugeriu snow board e pular de paraquedas. Também são ideias interessantes, tanto para quem já praticou quanto para quem nunca praticou.

3. Viajar para algum lugar realmente interessante. Como cidades que têm uma história mais do que intrigante visível nas ruas, com uma cultura completamente diferente ou com uma arte impressionante. Qualquer lugar para que você queira ir. Eu, por exemplo, quero ir ao Japão e à Alemanha. É, o país que um dia foi nazista e o destruído pelo recente superterremoto seguido de tsunami. PelamordeDeusPai não pronunciem “TIssuNÂmi”. Pode ser? Não matem a língua japonesa…

4. Aprender uma língua difícil. Como o bom japonês. Com três alfabetos nada a ver com o nosso. Mas ainda assim acho que vale a pena. Ou… Sei lá, chinês, coreano, alemão… Ou latim. Eu queria fazer latim, mesmo sendo uma língua morta. Acredite ou não, saber latim ajuda com o português, já que um vem do outro. Mas cada pessoa sabe o que prefere.

5. Realizar um sonho. Porque isso nos deixa quase tão felizes quanto um amor verdadeiro e correspondido. Se alcançar um objetivo é bom, realizar um sonho é ainda melhor. Há quem diga que sonhos que viram realidade não são realmente sonhos, mas eu acho que isso depende da concepção de cada um. De qualquer forma, lutar por um sonho sempre é uma boa razão para se viver.

6. Criar um filho. Sei lá, eu acho que isso é uma boa lição para todo mundo. E você não precisa casar para cuidar de um filho. Você só precisa de paciência, vontade e, inevitavelmente, dinheiro. Mas deve dar uma satisfação tão grande criar uma criança… Mesmo uma adotada. Aliás, eu pretendo adotar uma um dia. E um cãozinho também (como se tivesse tudo a ver).

7. Ser bem afortunado. Não ser rico, necessariamente, mas ter dinheiro suficiente para viver com conforto. E também ser afortunado em caráter. Ser rico em virtudes e qualidades, mas não em defeitos. Porque ninguém gosta de uma pessoa rica em defeitos e pobre em qualidades, ne?

8. Conhecer alguém importante. Pode ser um ator famoso (ou uma atriz famosa), um (a) cantor (a) que você idolatre, um (a) grande escritor (a), sei lá. Alguém que você se julgue digno de conhecer. Afinal, quem vai ter essa experiência será você, então tem que valer a pena. Por isso, pense bem e se esforce. Nós (ou pelo menos eu) temos fé em você.

9. Criar alguma coisa. Criar no sentido de… Sei lá. Crie um programa de televisão, um programa de computador, um filme, um livro, uma técnica fotográfica, qualquer coisa. Seja criativo. Só crie algo seu. Faça sua própria história.

10. Por fim, mas não menos importante… Ser feliz acima de tudo. Porque sem felicidade, ninguém aguenta viver. Sem ser feliz de fato, sem priorizar a mais importante causa do bem estar, quem consegue realmente viver? Não conheço uma única pessoa que, por mais inconsciente que seja, não procure ser feliz antes de qualquer coisa. Alguns acham que o dinheiro é proporcional à felicidade, outros acham que é o amor. Eu acho que depende de cada um. Ache a sua fonte de felicidade e não a deixe esgotar.

Kissu,
Kuma.

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Provas, provas, provas

Aeeeee, ano letivo acabou, é hora de comemorar e ser feliz! Provas nunca mais, vamos beber até cair e varar as noites! Vamos passar a semana toda festejando e… Não. Nada disso. A provação apenas começou. O colégio acabou, mas a vida ainda reserva muitos desafios. As provas bimestrais acabaram, mas elas eram apenas parte do problema real. O monstro maior ainda está por vir. E começou a mostrar sua cara recentemente.

Chama-se “VESTIBULAR”.

UNESP foi hoje (14/11/2010), Unicamp será domingo que vem (21/11/2010) e depois tem a FUVEST (28/11/2010). Isso sem contar os que já foram. E o ENEM, que é de uma frescura suprema. Logo mais o aluno terá de fazer a prova com o próprio sangue, para evitar qualquer cola. “Vá com as roupas do corpo, esse Cartão de Confirmação de Inscrição, Documento de Identidade Original e uma agulha esterilizada”. É só o que falta.

Mas o que leva uma pessoa a postar sobre provas? Especialmente quando ninguém mais as suporta? Simples. Querer ajudar você, um ser que talvez preste vestibular esse ano, a ir bem nas suas provas. Acredite, elas não são lá tão assustadoras se você souber como encará-las. Por isso, para quem sentiu falta, aqui vai mais um…

Manual Prático da Kuma para ir bem no Vestibular

1.    Estudar

Talvez você já não aguente mais ver livros na sua frente, tenha estudado todos os dias antes do vestibular, já esteja enlouquecendo por causa disso. Mas caso não tenha feito isso, fica a dica: estude com uma semana de antecedência, pelo menos. Vestibular não é como prova de colégio, para a qual você estuda o que precisa no dia anterior e se vira na hora da prova. Você não tem matemática num dia, português no outro, química depois, etc., etc., etc. Você terá TUDO em um único dia. E não é humanamente possível revisar tudo sobre tudo na véspera do vestibular. Nem tente.

2.    Ficar esperto para as orientações

Cada faculdade tem seu site, então procure achá-los. Até porque as inscrições são online. Saiba procurar neles aquilo que você precisa saber. Sempre há o Manual do Candidato disponível, com tudo o que você precisa saber. Procure por restrições e permissões para o dia da prova (o que pode ou não ser levado e o que deve ou não ser levado). Os aplicadores/fiscais geralmente repetem tudo antes da prova, mas não é bom descobrir na última hora que você não podia estar com qualquer coisa, não é?

3.    Prepare-se

Deixe arrumado no dia anterior o que vai levar para a prova: mapa para o local, caso você vá fazer o vestibular no maior fim de mundo (onde eu prestei UNESP hoje, por exemplo. Fala sério, a última estação da linha vermelha do metrô não é lá muito perto das coisas, ne?), a roupa que vai usar – é bom deixar separado, porque evita a correria de manhã caso você acorde atrasado(a) – e um casaco nem muito fino nem muito grosso por causa do ar condicionado das salas, o material para a realização da prova, o RG original, algumas coisas fáceis de se comer no meio da prova e que NÃO incomodem os outros concorrentes (ou seja, nada de salgadinhos fedorentos e coisas do gênero) e uma garrafa de água. Preferencialmente mantida na geladeira até a hora em que você sair de casa.

4.    Manter a calma durante a prova

Muitos se desesperam enquanto prestam a prova e acabam esquecendo muitas coisas. Aí o desespero aumenta e mais coisas somem da mente. É o famoso “branco”. Ele é um ciclo vicioso que só tem fim quando acaba tudo. E aí é tarde demais. Se estiver sentindo o nervosismo crescer, respire fundo algumas vezes e se imagine no meio de uma paisagem tranquila. Aquiete a mente e livre-se de distrações. Assim fica muito mais simples fazer a prova.

5.    Controle o tempo

Apesar de algumas provas não permitirem o uso de relógios durante a permanência na sala, os fiscais costumam ter relógio e marcar o horário na lousa. Eles também respondem se você perguntar, desde que o faça educadamente. Mas o ponto não é esse. Em uma prova de múltipla escolha como as primeiras fases, não se tem muito tempo para cada teste. Se perceber que algum está lhe tomando tempo demais, deixe-o para depois. Não se arrisque a perder vários outros pontos na prova por causa de um único. Todos eles têm o mesmo valor, independentemente da matéria. Faça o que sabe primeiro e ganhe tempo.

6.    Vá ao banheiro antes da prova

Parece frescura, eu sei. Mas é o melhor. Em alguns vestibulares, só é permitida a saída para o banheiro depois de algumas horas a partir do início da prova. Pode ser que no começo você não se incomode, mas dali meia hora sua bexiga pode estar apertando e você ainda não pode sair porque não deu o tempo mínimo. Com isso, você pensa muito na sua necessidade urinária e pouco na sua prova. E lá se vai o tempo. Banheiro masculino nunca tem fila, então os homens conseguem não se atrasar por causa disso, mas o feminino sempre está lotado. Avise ao fiscal que vai ao banheiro antes de sair, só para garantir. Ainda assim, faça tudo o mais rápido que puder. Afinal, você não quer perder a prova por que estava no banheiro, não é?

Bom, é isso. Espero que ajude de alguma forma… E peço desculpas se o manual veio meio tarde, acontece que só agora tive tempo de postar qualquer coisa. Lembrem-se sempre do ditado popular “muita calma nesta hora” e dará tudo certo. A paciência é uma dádiva, a calma é outra. Temos de saber aproveitá-las. Por hoje é só.

Kissu.

Kuma

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Unrequited Love

Ayaaaaa….

Como vão meus caros leitores? Faz tempo que eu não posto nada por aqui… Muita coisa pra fazer e muita coisa na cabeça… Mas bom, vou falar sobre um tema que assola os adolescentes feios (como eu) em massa…

Vou falar sobre os tipos de amor, aru…

Meu querido kouhai, se você tem de mais de quatorze anos, então você já sentiu esse sentimento asqueroso por alguém. Não digo amor fraterno que você recebe da família, aru… Quero dizer aquele amor que você se descobre sentimento por aquele certo alguém que faz seu estômago dar três piruetas em meio segundo só ao passar perto de você.

É desse sentimento asqueroso que lhes falarei agora, aru…

Ai, Riyuu! Como você é! O amor é lindo! O amor faz da sua vida algo mais purpurinado!

 

É, pode até ser… Mas apenas quando o sentimento é recíproco! Quando as duas pessoas sentem a mesma coisa uma pela outra, pode até ser algo muito bonito. Mas quando isso não acontece… Ou seja, em 99,9% dos casos, só serve pra atrapalhar a vida das pessoas.

Nossa, Riyuu! Até parece que tu ta sofrendo de amor…

 

Erm… Vamos logo pros tópicos, aru ka?

1. Amor Platônico

Esse tipo de amor é ruim. Mas olha, nem é o pior tipo, de verdade…

No amor platônico, você passa a idolatrar uma pessoa inatingível. E você tem noção que é inatingível e sofre com isso, mas ainda assim continua amando o(a) dito(a) cujo(a). Essa forma de amor é ruim, mas pelo menos nessa você já tem noção de que não vai conseguir nada e, passa um tempo, você acaba esquecendo.

2. Amor inatingível devido à falta de reciprocidade


Esse tipo de amor já é um pouco mais complicado. Veja bem, a pessoa amada é substancialmente atingível; é tipo um colega, um amigo, uma pessoa que esteja em seu circulo social ou que pelo menos viva no mesmo ambiente que você. Você gosta da pessoa, faz de tudo para que ela te note… Mas ela simplesmente não reage a nada e ignora as suas tentativas…

Meu amigo, caso a pessoa em questão não mostre nenhum sinal que te queira ou, pior, tenha te jogado na cara que não quer nada contigo… NÃO INSISTA.

Essa história de “continue tentando! Uma hora ele/ela cede!” é ladainha de quem não consegue aceitar a realidade. Desculpa, mas nesse caso, se você continua a insistir, é capaz da pessoa cansar dessas suas investidas e passe a te ignorar… E depois você fica com cara de cu se perguntando o que fez de errado. Se toca, né?

3. Amor em todo o estilo Romeu e Julieta


Ai, Riyuu! Esse tipo de amor só existe no conto de Shakespeare e__e, não vêm com essa não!

E é ai que você se engana, aru! É mais comum do que você pensa…

Funciona assim: você gosta de uma pessoa e essa pessoa gosta de você. Até aí tudo parece estar as mil maravilhas… Até aparecer um empecilho familiar.

Pode ser tanto os pais que não gostam de seu parceiro ou algum irmão. Quando isso acontece, o relacionamento tende a desmoronar…

Mas até aí, nem é um problema assim tão grande. É certo que a sua família não gosta de seu parceiro, mas não quer dizer que você não goste… Sempre há meios de provar para àqueles que não foram com a cara do seu love que ele/ela é sim uma pessoa de valor.

Agora o problema é provar o contrário…

O contrário, Riyuu? Você ta louca? Já me veio com história de Romeu e Julieta e agora vem me dizer que precisa provar que o parceiro é ruim pra família?

 

Cara… O que você faz se o teu/tua irmão/irmã acabar gostando da mesma menina/do mesmo cara que você? Você vai simplesmente continuar o relacionamento ignorando os sentimentos da pessoa que conviveu contigo a vida toda e que sempre esteve lá ao seu lado? Não, você não vai… Aliás, você acaba num puta impasse sobre o que fazer, afinal, por um lado você pode ficar com quem você gosta e largar o companheiro sangue do teu sangue deprimido por alguns meses ou você pode acabar largando mão, ficando deprimido mas, pelo menos, deixando teu brother numa boa.

O grande problema está no fato de, nesses casos, a pessoa só pensar no irmão/ irmã e não pensar na pretendente/no pretendente…

Já parou pra pensar em como a pessoa do outro lado do triângulo se sente?

A pessoa do outro lado não sabe o que fazer. É amada por dois, de fato, mas isso não significa que fique feliz. O amado/amada não move um dedo por causa do irmão. O irmão pode tentar aproveitar a chance pra ver se consegue alguma coisa e a pessoa vértice-oposto acaba naquela “não quer esse irmão que não para de dar investida, quer o outro que está só observando de longe.”. E pior: O alvo da paixão dos dois irmãos começa a questionar os motivos do irmão de quem gosta…

“Poxa, é verdade que o irmão é alguém importante… Mas e eu? Você disse que também sentia a mesma que sinto por você coisa por mim, mas… Sente mesmo? Não me da resposta, não me diz nada… Será que você não tava querendo só alguém pra ficar? Só pra me deixar na reserva?”

O terceiro vértice do triângulo acaba sem certeza de nada, fica perdido, sem saber se chora, ri ou espera a boa vontade de algum dos irmãos pra reverter o processo.

O terceiro vértice é o que mais sofre, pois não tem nenhum das suas centenas de perguntas respondidas.

O terceiro vértice sofre sozinho… Não o culpe caso ele acabe ficando frio e amargo ou agressivo. As pessoas precisam se proteger de alguma forma né.

4. Amor correspondido cujo relacionamento funciona

De verdade? Desse eu não sei o que dizer porque nunca vivenciei… Mas deixo aqui meu recado às pessoas que o vivenciam: agradeçam todos os dias.

Enough for today, class dismissed.

 

Riyuu over and out!

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Desespero Humano

Desespero: ato ou efeito de desesperar (-se); desesperação;

1. Estado de profundo desânimo de uma pessoa que se sente incapaz de qualquer ação; desalento;

2. Estado de consciência que julga uma situação sem saída; desesperança;

3. Estado de desânimo, de sofrimento a que se sujeita uma pessoa devido a um excesso de dificuldades e de aflições; aflição, angústia, exasperação;

4. Derivação por metonímia: o que causa desespero

4.1. Aquilo que, pela sua dificuldade e por uma exigência de perfeccionismo, causa frustração ou desânimo;

5. Irritação profunda; cólera, furor, raiva.

(extraído de Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa 1.0)

 

            É, a sociedade humana vive desesperada. Desesperada por atenção, por ser sempre superior. Sempre querendo fazer de tudo, querendo saber tudo para poder zombar do outro que sabe menos. Sempre um querendo se provar melhor que os demais. Qualquer pessoa na rua é assim. Qualquer pessoa em qualquer lugar é assim. Você é assim, eu sou assim, nós somos assim. O Homem é assim.

- Mas eu não sou assim. Não me entrego ao desespero.

E eu sou a rainha da Groenlândia. Pensa um pouco. Só um pouco. Já foi ao shopping e viu aquela blusa linda, aquele jogo novo, aquela camisa de futebol, aquele celular… Aquela coisa que gerou o pensamento fútil do “preciso ter”, “preciso comprar” ou algo do gênero? Então você já se desesperou. Você se sente incapaz de ser parte da sociedade por não ter aquele algo que levou você, leitor (a), ao pensamento fútil.

- Esse exemplo é banal, não acho que sirva para sustentar a ideia de que o ser humano é desesperado…

Então faz favor e se mata. Cada um acha o que quer. Claro que existem vários níveis de desespero, tudo depende da situação em que você está, mas essa situação apresentada como exemplo não deixa de ser uma situação de desespero. Por quê? Porque a sociedade humana exige que nós vivamos sempre desesperados ou não somos de fato humanos.

Se pegássemos a essência real do Homem, nada do que conhecemos hoje estaria presente. Pegue tudo que há no mundo de hoje e jogue fora o que não é essencial. O resultado será uma sociedade vivendo como Adão e Eva viviam. Sem grandes luxos, apenas sobrevivendo da natureza. Porque é disso que nós precisamos. Um lugar para dormir, outro para fazermos nossas necessidades fisiológicas (se é que Adão e Eva tinham alguma), comida e bebida. Talvez algo para nos proteger do frio (existe calor humano que pode e deve ser trocado em algumas situações, mas deixemos de lado…).

Mas Adão e Eva foram expulsos do Paraíso e aqui estamos nós. Vivendo em uma sociedade cheia de exageros e coisas desnecessárias. Cercados da necessidade de ter e ser o melhor em simplesmente tudo. Sim. Tu-do. T-u-d-o. Porque o Homem moderno pensa assim. Ele foi criado para pensar assim. Cada geração criou seus descendentes para ser cada vez mais fútil e ignorante.

- Ai, que grande mentira… Mamãe me criou para ser uma pessoa muito culta, ta?

E mamãe me criou para não atirar em pessoinhas irritantes. Porque a ficha caiu! A sociedade percebeu que só será possível continuar seguindo viagem pela estrada da evolução se surgirem pessoas capazes de discernir o que é importante ou não! É por isso que devemos sempre nos manter informados. Não pegar qualquer coisa por aí, ler e achar que já está bom. Não! Deve-se ler. LER! LEEEEEEEEER! Mas ler de fato. Entender as letras nas páginas e o significado por detrás delas. Isso é ler realmente.

Em meio a tanta gente que se desespera, procurando ser cada vez mais aceita pela sociedade inútil e dispensável em que vivemos nos dias atuais, surgiram seres capazes de pensar novamente. E digo “novamente” porque alguém que prefere ficar à toa no shopping em vez de entender o mundo em que vive é apenas mais alguém que nasceu sem pedir (ok, ninguém pede. Por isso “mais alguém”, hã?).

Aí você para e pensa: suas várias roupas no armário então servem para que? E os sapatos que acumularam com o tempo ou os acessórios que você ganhou de presente? Simples. Servem para você ser aceito (a) pela sociedade. Você pode escolher entre ser aceito pela maioria ou por aqueles que interessam. Eu prefiro ser aceita por aqueles que interessam (lê-se “meus amigos e, futuramente, meu chefe” – mas só porque vai ser bem legal eu ganhar meu próprio dinheiro… Parece uma ideia interessante).

O ser humano é apenas isso: uma maquininha que precisa ser aceita pelos semelhantes a sua volta, inclusive aqueles com quem ele não convive. O ser humano nunca está satisfeito consigo mesmo, precisa sempre mudar. Tudo porque a sociedade está em constante mudança, o que significa que pode aceitá-lo hoje, mas não amanhã. E desesperado por aceitação, o ser humano vai se adaptando às novas condições.

O que é realmente essencial se torna fútil, o que destaca uma pessoa se torna motivo de gozação. Até, claro, ser motivo para respeito (quando você se torna alguém bem sucedido por mérito, por exemplo). Durante o caminho nem tão árduo da aceitação na sociedade, uns são feridos, outros são afastados. Alguns são apenas levemente empurrados. Aquele que chegar primeiro ao fim, ganha. Mas ganha o que?

Talvez, quando alguém chegar ao fim, possamos saber a resposta. Até lá, pensemos bem sobre nossas ações, sobre nosso desespero natural, nossa carência e necessidade de aceitação (acho que essa foi a palavra que mais apareceu no texto… Palavra-chave!). Quem sabe assim o fim não fique mais próximo e mais essa questão seja resolvida? Kissu.

Kuma

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Volta às aulas

Pois é… As aulas infelizmente voltaram. Vou ser sincera. Eu queria voltar, mas para o colégio, não para as aulas. Ver o povo que eu não via fazia tempo, ver aqueles que eu vi o mês de julho inteiro, ver aqueles que eu não queria ver. Estar com aqueles que me fazem bem e aqueles que me irritam até dizer chega e um pouco mais. Ter conversas aleatórias com os professores, dar parabéns para o de física mecânica (aniversário dele foi dia 29/07…), capotar de sono nos intervalos mínimos entre as aulas. Quem não sente falta?

Eu sinto. Reclamo até a alma da minha sala (não sozinha, não de todos), mas sei que, sem alguns lá, eu não teria tanto prazer em ir para os intervalos da manhã, do almoço e da tarde. Comecei o ano e o semestre tendo aula o dia todo com esse povo que tanto me irrita, cheguei em casa com uma dor nas costas de matar, mas, sabe?, eu agradeço. Sem os baixos, eu não curtiria os altos da vida.

Aliás, falando em altos e baixos… *vai mudar completamente de assunto* Eu me lembrei de uma coisa. Eu tenho overdose da família do Kaito (é, Gabriel, você!). Sempre o vejo nos intervalos, mas isso é normal. A overdose está no fato de que toda segunda e quinta eu tenho aula com a mãe e o tio dele! Não que alguém tenha perguntado… Pelo menos eles são legais… Ah, qual é! Eu vou com a cara da maioria dos professores, me deixem em paz! *reclamando por motivo nenhum*

Enfim, as aulas voltaram. Espero que você tenha seu estojinho completo: lápis/lapiseira, caneta, borracha e régua. Se não tem, vai comprar! Esse material é necessário, acredite. Agora vou ser menos nerd (fiz todas as lições, praticamente) e ouvir música. Já tive momentos nerds demais em julho (afinal, quem define a formação de uma dança como “cadeia de carbono linear e sem ramificações” ou fica discutindo que substância química foi formada na outra dança? – era um ciclo-hexano…).

Eu sei, esse texto não está tão divertido quanto os outros… Acontece que eu estava retardadamente feliz na quarta (04/08), não hoje. Rolaram umas coisas e meu humor se trancou no armário. Quem sabe amanhã ele não decide sair e fica tudo certo? Agora vou arrumar meu material para amanhã. Será (possivelmente) um dia bem melhor, então vou largar o texto por aqui mesmo. Não ligo que ficou minúsculo pequeno. Minha inspiração ainda não voltou de férias. Isso aí. Beijosenãomeliguem. ;*

Kuma

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Armes Ding! ):

Hallo 8D Kitsune aqui \o/ Como a Kuma e a Riyuu andaram explicando por aí, eu viajei, depois entrei em depressão artística (q) e começaram as aulas, aí nem postei, né ): Mas aqui estou \o/ -q

AAAAAAAAAAAH, Heuchelei! Não achei que fosse mesmo escrever um blog. Ainda mais um blog com o intuito de escrever o que eu penso sobre essa raça nojenta que é o ser humano (ta que o blog não é sobre isso, mas este texto é e, se você não gostar, eu quero que você se mude para a Sérvia! –n)

- Ai, Kitsune, não fale isso! Sua cruel! Nazista! -n (fikdik que nazista é a [CENSURADO])

Desculpem se eu me acho superior, ok? -n

Voltando, poucas pessoas não fazem parte da escória pra mim. Mas tem uma parte que consegue ser pior… Tem a parte das COITADINHAS. Hitler, Mussolini e Stálin eram dignos de tudo que fosse ruim no mundo? As coitadinhas conseguem ser piores. Não merecem respeito nem da criatura mais infernal nesse mundo.

Aí você me pergunta… “O que te leva a pensar assim? A pessoa pode mesmo ter problemas, Kitsune!”. Sim, problema mentais. Gente, não existem “coitadinhos” de verdade. Só fingidores, para que as pessoas ingênuas sintam pena e “fiquem ao lado deles” se for um problema “bipolarizado” (Guerra Fria, conhecem? Se não conhecem, saiam do computador e vão procurar na Wikipédia assistir às aulas de História! – Foi muita incoerência dizer “saiam do computador e vão procurar na Wikipédia”, né? HUAEHUAEUHAE)

Nessa viagem, percebi outras coisas em relação às coitadinhas: se você decide tirar satisfação com elas, sempre vai vir uma resposta como “Mas eu não fiz isso, eu jamais te trairia :O” e depois a filha da puta tonta sai de perto pra ir chorar as pitangas com pessoas que não têm nada a ver com o assunto e fazer com que as mesmas se virem contra você. E o pior é que tem muitos trouxas que caem no conto da infeliz e ficam de cu doce com você. Tem gente precisando de um fio-terra Mas tudo bem, aí sabemos quem de fato são nossos amigos (:

Olha, eu já fiz e refiz esse texto e partes dele várias vezes. Mesmo assim ficou uma bosta porque eu não sei muito o que dizer. Na verdade, sei sim, escrevi várias vezes e na hora que li achei estranho e muito provavelmente só alguns iam entender meu ponto de vista e minha lógica. Preferi escrever só isso mesmo. Acho que foi só um desabafo. Porque eu sou mesmo revoltada com a humanidade, não posso fazer nada quanto a isso. A falta de posts tem um bom motivo e chama-se “Terceiro ano do Ensino Médio”, a.k.a. “Ano de Vestibular, fodel, galera! –q”. Não é legal chegar em casa depois de 12 aulas e ainda tentar escrever um texto bom. Não é.

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